Esta é uma brincadeira que pode ser criada sem muita elaboração e até com a participação de uma criança mais velha que pode ajudar na definição das provas e mensagens.
A ídéia é criar a atmosfera de um castelo onde as crianças são as defensoras deste castelo e seu dono (a), o Senhor(a) do Castelo !
Cada criança recebe uma espada feita com jornal e uma capa feita com algum tecido de casa ou um pano de prato.
O(a) Senhor(a) do Castelo também se fantasia usando uma capa, um cajado e algo na cabeça como um espanador por exemplo ou qualquer adereço que tenha em casa .
O Senhor do Castelo chama seus defensores e diz que o castelo está em perigo e só eles podem restaurar a paz e trazer alegria novamente. Existe um tesouro que está escondido há muitos e muitos anos e só quando a luz e alegria reinarem novamente ele poderá ser encontrado. Para que isso aconteça o grupo de defensores (crianças) deve cumprir provas que o Senhor do Castelo dará a eles.
Existe uma condição muito importante : as provas só serão válidas se forem cumpridas em conjunto pelo grupo - isso faz com que as crianças se ajudem na superação de suas limitações.
As provas podem ser as mais variadas e abaixo seguem alguns exemplos :
- os defensores devem verificar se existem intrusos dando 2 voltas ao redor do castelo
- agora eles devem dar uma nova volta imitando animais ferozes
- trazer 10 tipos de folhas diferentes do jardim ao redor do castelo
- trazer um animal com asas
- fazer uma colagem com tecidos recortados em formatos diversos ( isto deve ser preparado previamente pelo adulto enquanto as crianças fazem as provas anteriores)
- dar 3 cambalhotas
- fazer uma poção mágica perfumada ( com folhas, flores, terra, água e o que mais puder...)
- contar até 100
- dar uma volta ao redor do castelo de mãos dadas
- colocar o adereço que quiser (óculos, chapéus, tecidos e o que mais tiver à disposição para eles em uma cesta) bem engraçado e fazer uma careta bem feia
- ir até o castelo vizinho (casa de um vizinho) , se apresentar e dizer a senha (pode ser uma palavra qualquer) para obter a pista final que levará ao tesouro
- a pista contém a seguinte mensagem : " existe um castelo e dentro dele tem um quarto com 2 janelas.Nesse quarto tem uma coisa que se transforma em outra e sua cor é a mesma das folhas das árvores. Lá está o tesouro !" - o tesouro era um isopor cheio de picolés que estava atrás de um sofá cama verde.
As crianças ficaram felizes e tomaram seus picolés enquanto descansavam e comentavam sobre as brincadeiras.
A Escola de Pais é um movimento que existe desde 2009 na Escola Waldorf Rudolf Steiner, e tem como proposta dar subsídios aos pais no dia a dia em sua tarefa de educar seus filhos perante os desafios do mundo contemporâneo. Dentro dessa linha, a proposta deste blog é estender essa troca de experiências e conhecimentos pois temos a convicção de que isto também trará frutos no âmbito das relações sociais e estimulará novas práticas em consonância com as bases espirituais do nosso caminho interior.
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sexta-feira, 2 de março de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
O jornal O Estado de São Paulo, também publicou uma matéria chamada Almanaque de Férias, com dicas de brincadeiras, no blog do estadinho: http://blogs.estadao.com.br/ estadinho?s=almanaque+de+f%C3% A9rias. Lá você encontra:
- Arte com conchinhas,
- Tabuleiro de areia,
- Passeio noturno,
- Caça ao tesouro,
- Pião de churrasco,
- Bolhas de sabão,
- Piquenique,
- Acampamento,
- Amarelinha,
- Pular elástico,
- Robô (de sucata),
- Pente mágico,
- Dobradura de caranguejo.
Olhando rapidamente, podemos ver que na ‘Caça ao Tesouro’ no item 4) ‘Quem achar o tesouro primeiro, ganha a brincadeira’ - não é necessariamente o final de uma caça ao tesouro, mas poderia ser apenas: ‘Quem achar o tesouro primeiro, será o pirata responsável por distribuir o tesouro entre todos os participantes de forma justa’ , por exemplo. Mas isto depende de como o adulto introduz a brincadeira; a criança nem precisa ler este comentário do item 4).
Em ‘Piquenique’ as comidinhas não são assim das mais saudáveis para a família que se preocupa com uma boa alimentação... Sabemos que não precisamos de suco de caixinha, nem de pão de queijo, mas há inúmeras opções para um piquenique...
No item 7 – um violão ou uma flauta doce, ou simplesmente nossas crianças acostumadas a cantar desde sempre, substituem o ‘tocador de música digital’...
Em ‘Pente mágico’ a explicação em ‘O que houve?’ é um tanto informal e deixa a desejar para uma criança pequena (que nem vai entender os termos): ‘os prótons da água ficam amarradões nos elétrons soltos e, nessa atração, se movem na direção deles’... Aliás, para uma criança pequena nem é necessária uma explicação, apenas mostrar a ‘mágica’ da natureza!!!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
MAPA DO BRINCAR - Folha de São Paulo
Em 2009 a Folha de São Paulo criou o projeto " O Mapa do Brincar" , que foi ampliado em 2011.
São várias sugestões de brincadeiras de diversas regiões do Brasil. Acesse http://mapadobrincar.folha.com.br e conheça mais sobre o projeto. Você pode inclusive enviar sugestões de brincadeiras.
Leia abaixo a descrição do projeto, que também consta no site:
O Mapa do Brincar é uma iniciativa da "Folhinha", suplemento infantil do jornal Folha de S.Paulo. O site reúne hoje 750 brincadeiras de todo o país.
A primeira versão do projeto foi lançada em maio de 2009, quando convidou crianças de todo o país a contar quais são suas brincadeiras. Um dos objetivos era descobrir se há semelhanças e diferenças entre o brincar no Brasil. De maio a julho do mesmo ano, a "Folhinha" recebeu 10.204 inscrições de crianças das cinco regiões do país, com participação maior do Sul e do Sudeste.
Em alguns Estados, a equipe da "Folhinha" também coletou brincadeiras diretamente com as crianças, mas sempre preservando os relatos infantis. Todo esse material enviado (ou coletado) foi lido e analisado por uma equipe de especialistas na área do brincar.
O site ganhou nova versão em dezembro de 2011, quando ampliou o repertório de brincadeiras coletadas pela equipe da "Folhinha" nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Cada brincadeira registrada neste site traz a indicação de sua origem, o que não quer dizer que ela seja só daquele lugar. A origem indica a cidade em que mora o participante que mandou a brincadeira.
Devido à extensão do país e ao rico repertório de brincadeiras das crianças, no entanto, há ainda sempre o que registrar. Por isso, se você conhece brincadeiras (ou variações) da sua região que não estejam no Mapa do Brincar, envie o material para mapadobrincar@uol.com.br. Você também pode enviar memórias do brincar em outras décadas e termos para o glossário das brincadeiras.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Jogos que estimulam o cuidado com o outro e gentileza (3a. parte)
DIGA SIM
5+
O propósito desta atividade é proporcionar a prática de se fazer elogios. Mesmo que a atividade se dê artificialmente, “diga sim” reforça as normas de gentileza e abre oportunidades para que outras formas espontâneas de encorajamento surjam entre as crianças.
O que fazer:
1. Comece a atividade dizendo, “Às vezes achamos muito difícil dizer aquilo que nós gostamos nas outras pessoas. Vocês podem me dizer alguma coisa que gostam a respeito da sua mãe? E sobre o seu pai? Vamos pensar naquilo que nós gostamos a respeito dos nossos amigos. Discorra sobre o significado da palavra “elogio”. Vocês gostariam de ouvir aquilo que os outros gostam a respeito de vocês?
2. Assim que você tiver um voluntário, dê início a atividade dizendo “ O Chris gostaria de ouvir o que nós achamos ao seu respeito? Chris, eu gosto do seu sorriso aberto todas às vezes que você chega aqui em casa. O seu sorriso realmente me alegra!” O seu elogio deve ser claro, específico e honesto. “Gosto da forma como você ajuda seus amigos a realizarem as tarefas difíceis. Se eu precisar de ajuda, sei que posso contra com você” é melhor do que “ Você é legal com as outras pessoas”, por exemplo.
3. Quando terminar, convide outra criança a descrever aquilo que gosta a respeito do Chris. Se alguém começar a fazer reclamações, você pode responder, “Sim, isso é algo que você gostaria de dizer ao Chris mas desta vez nós vamos apenas falar sobre aquilo que gostamos a respeito das outras pessoas. Dan, o que é que o Chris faz que você gosta? Se a criança não consegue responder espontaneamente, introduza algumas das suas observações a respeito dos dois “Dan, você parece gostar de brincar de bicicleta com o Chris, não é verdade?”
4. Para evitar confusão, peça para que cada criança fale somente na sua vez.
Jogos que estimulam o cuidado com o outro e gentileza (2a. parte)
VALE BONDADE
4+
Na nossa sociedade materialista, crianças tipicamente associam presentes com algo comprado nas lojas. Mas um presente também pode ser um serviço – como ajudar alguém a fazer uma limpeza – Ou pode ser uma criação – como um desenho ou uma pintura. Essa atividade traz à criança uma outra perspectiva ao que ela recebe através da mídia.
O que fazer:
Ajude as crianças a identificarem o que os amigos ou até membros da família gostariam de receber como presente. O que é um presente? Enfatize que algo que você faz ao outro com carinho também é um presente. Pergunte às crianças o que elas poderiam fazer para um membro da família que seria considerado gentil. Dê exemplos partindo da sua própria experiência.
2. Diga às crianças que você irá montar, com a ajuda deles, uma loja de Vale Bondade na qual eles irão fazer esses “vales” que serão oportunamente distribuídos entre os amigos ou familiares.
3. Arrume a mesa com papéis coloridos, cola, tesoura sem ponta, envelopes, lápis de cor e giz de cêra. Ajude as crianças a identificarem o que cada um gostaria de receber. Pelo menos duas coisas para cada um. Exemplo: um abraço carinhoso, uma canção, ajudar a limpar a cozinha.
4. Ajude a criança a escrever aquilo que estaria oferecendo como “vale” e a quem ele se destina. Encorage a criança a decorar o cartão com um desenho dela oferecendo sua gentileza.
Jogos que estimulam o cuidado com o outro e gentileza (1a. parte)
NÃO CONSIGO VER
3+
Esta atividade introduz a cegueira às crianças As crianças terão a oportunidade de ver como é a cegueira sem precisar vivenciá-la. Elas também terão a chance de com muita simplicidade, ajudar ao outro. Você deveria contar com um outro adulto na sala para assistir às crianças caso haja necessidade.
O que fazer:
1. Converse com as crianças sobre a cegueira. Teriam eles já conhecido algum cego? Como os cegos aprendem sobre o mundo ao seu redor? Fale sobre como outros sentidos como o toque, audição e olfato são importantes para as pessoas cegas. Selecione alguns objetos e demonstre às crianças como um cego poderia compreender cada um.
2. Diga às crianças que você gostaria de fingir que está cega. Durante o tempo que você estiver com os olhos vendados, diga que gostaria que elas trouxessem objetos da sala para que você possa sentir o seu toque ,cheiro e barulho.
3. Quando terminar, peça que as crianças devolvam os objetos para seu lugar de origem.
4. Depois de explorar cada objeto, retire a venda dos olhos e agradeça as crianças pela sua ajuda. Diga a elas como você se sentiu.
Jogos que estimulam o desenvolvimento da cooperação (3a parte)
FOGUETE
5+
Jogos cooperativos dependem da confiança. Todos são convidados a contribuir até o limite das suas capacidades. Os indivíduos no grupo dependem de que cada um faça a sua parte.
O que fazer:
1. Coloque uma cadeira no centro do círculo. Converse com as crianças por algum tempo sobre aeronaves. “Alguém aqui já viajou de avião? De helicóptero? De foguete? “
2. Diga às crianças que você gostaria que elas fizessem de conta que a cadeira é um foguete. Pergunte se aguém gostaria de experimentar fazer essa viagem. Peça para o voluntário sentar na cadeira.
3. As outras crianças se agrupam ao redor da cadeira, encontrando a melhor maneira de segurá-la. Conte até 10. Ao “fogo!”, todos, com cuidado, erguem a cadeira. Supervisione com atenção e auxilie se necessário. Com o foguete nos ares, peça que dêem uma volta pela sala e voltem até o ponto de partida.
4. Repita com outros voluntários.
Outras idéias:
Repita o mesmo com um tapete fazendo de conta que este é um “tapete mágico”.
Jogos que estimulam o desenvolvimento da cooperação (2a parte)
JOGA NA CESTA
4+
Apresente situações de brincadeira que sejam desafiantes porém não muito frustrantes. Deixe com que as crianças adequem o jogo para o nível mais agradável de dificuldade. Regras rígidas são a marca registrada dos jogos competitivos. Tais regras favorecem apenas as crianças com mais recursos.
O que fazer:
1. Diga para as crianças que você gostaria de dar a elas a oportunidade de trabalharem juntas e cooperarem umas com as outras. Peça a elas que escolham seus pares.
2. Quando todos estiverem com seus pares, forme duas fileiras , uma em frente a outra. Dê a cada criança de um lado da fileira, uma cesta. Distribua saquinhos de feijão para as crianças do outro lado. Diga aos pares que eles terão que trabalhar juntos, alternando funções. Um joga os saquinhos de feijão e o outro pega com a cesta.
Outras idéias:
Você também pode sugerir que a cesta fique no chão e que as duplas tentem, uma de cada vez, acertar o saquinho dentro da cesta.
Jogos que estimulam o desenvolvimento da cooperação (1a parte)
FAZENDO MASSINHA PARA MODELAR
3+
Cooperação primeiro se manifesta nas crianças quando elas recebem e dão em troca brinquedos para os adultos. Essa troca tem regras definidas. A criança oferece ao adulto um brinquedo para dar e espera que este seja devolvido imediatamente. Através deste tipo de interação a criança aprende como cooperar com os outros.
O que fazer:
1. Divida o material (farinha de trigo, sal, água, tinta guache) em pequenas porções.
2. Diga para as crianças que você gostaria que elas fizessem massinha de modelar. Eles terão que trabalhar juntos., cooperar, para que a tarefa se realize com sucesso. Distribua os ingredients entre as crianças e peça que cada um vá, aos poucos, adicionando seu ingrediente ao restante. Por exemplo, uma criança adiciona a água, outra o sal, etc à bacia). O grupo pode ir passando a bacia para que cada um tenha vez de adicionar e sovar a massa).
3. Quando terminarem, o grupo pode dividir a massa em porções entre cada criança que estiver sentada à mesa. Depois de terminarem a brincadeira, guarde a massinha restante em recipiente fechado ,na geladeira, para ser reutilizada quando quiserem brincar novamente.
Jogos que estimulam a expressão e lidar com emoções (3a. Parte)
EMOÇÃO E HISTÓRIA
Os momentos mais importantes e dramáticos de nossas vidas são caracterizados por sentimentos fortes. Nas estórias, flutuações de emoções são críticas no desenvolvimento do plot.
O que fazer:
1. Decida por uma sequência de emoções básicas para sua estória. Neste exemplo a sequência será a seguinte; feliz-triste-medroso-brabo-feliz.
2. Convide as crianças a montarem a estória com você. Comece assim:
Era uma vez uma menina da mesma idade de vocês. Um dia ela se sentiu realmente muito feliz sobre algo que aconteceu com ela. O que vocês acham que aconteceu?
3. Nesta hora, peça para uma das crianças identificar sobre o que a menina da estória está tão feliz. Elabore a idéia da criança na estória e siga em frente. Por exemplo:
Sim, sua mãe e seu pai, a rainha e o rei, deram à menina, um cachorrinho. O cachorrinho tinha o pelo marrom e comprido, e orelhas longas. Ela deu a ele o nome de Tobi. Juntos, a princesa e o cachorrinho…(descreva o que aconteceu). Então algo triste aconteceu à princesa. O que vocês acham que aconteceu?
4. Repita o procedimento, elaborando a idéia da criança e seguindo à próxima emoção da sua sequência até o término da estória.
Jogos que estimulam a expressão e lidar com emoções (2a. Parte)
EMOÇÃO E DANÇA
1. Peça para as crianças ouvirem pedaços de cada música escolhida por você previamente. Depois de ouvirem cada pedaço de música, pergunte como elas se sentiram enquanto a música estava tocando.
Dê a cada criança um instrumento musical e peça a elas que o toquem com emoções variadas. Ora triste, ora feliz, raivoso ou assustado.
Emoção é energia. Talvez por isso mesmo que é chamada e-moção. A experiência da emoção traz vitalidade e movimento às nossas vidas. Medo, por exemplo, nos ajuda a fugir do perigo; tristeza, a digerir a perda. Sentir é estar vivo.
O que fazer:
2. Depois que você tocou todas as músicas para as crianças ouvirem, dê a cada uma, um lenço. Convide o grupo para levantar e dançar enquanto a música estiver tocando. Peça para as crianças dançarem conforme estiverem sentindo a música.
Outras idéias:
Peça para as crianças dançarem de mãos juntas para exercitarem cooperação.
Ou toque uma música enquanto as crianças pintam, e peça a elas que pintem inspiradas na música.
Jogos que estimulam a expressão e lidar com emoções (1a. Parte)
O JOGO DA CARETA
A habilidade de interpretar a linguagem corporal, especialmente a linguagem facial, é chave para se compreender a experiência emocional dos outros. “Ler” o outro corretamente é um aspecto importante da compaixão. A face é a janela para o coração do Homem.
A habilidade de interpretar a linguagem corporal, especialmente a linguagem facial, é chave para se compreender a experiência emocional dos outros. “Ler” o outro corretamente é um aspecto importante da compaixão. A face é a janela para o coração do Homem.
O que fazer:
1. Mostre cartas ou fotografias com pessoas expressando emoções para as crianças, uma por uma, e pergunte se elas sabem o que cada pessoa representada está sentindo. Quando terminar, coloque as cartas ou fotos onde todas possam ver.
2. Diga para as crianças que você irá fingir que está se sentindo como uma das pessoas das cartas e que você gostaria que elas adivinhassem como você está se sentindo. Faça uma careta que expresse a emoção que você escolheu. Repita esta atividade várias vezes.
3. Faça uma outra rodada, desta vez enfatizando a linguagem corporal. Por exemplo, você pode tensionar os punhos e bater os pés para demonstrar raiva. Deixe bem claro que você está apenas fingindo.
4. Deixe com que as crianças tenham a oportunidade de expressarem seus sentimentos pedindo a elas que escolham uma emoção e a expressem para que as outras crianças possam adivinhar.
Outras idéias:
Com crianças mais velhas, escolha três emoções básicas. Peça por três voluntários. Cochiche uma emoção no ouvido de cada voluntário ou mostre as cartas. Eles então terão que expressar a emoção através da expressão facial e linguagem corporal para que as outras crianças possam adivinhar.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Criando personagens divertidos
Com duas crianças já começa a brincadeira!
1. Cada um tem uma folha de papel e desenha uma cabeça na parte superior da folha.
2. A seguir dobra-se o papel de maneira que a cabeça fique escondida para trás (deixando-a para baixo, de forma que o próximo que vai receber o seu papel não veja a cabeça). Sinaliza-se onde começa o pescoço e passa a folha para a outra criança.
3. O próximo desenha do pescoço até a cintura. Dobra novamente o papel, esconde a cabeça e tórax
para trás e para baixo e indica na parte branca do papel onde é a cintura e passa para outra criança.
4. Este desenha da cintura até o tornozelo e novamente dobra o papel, escondendo o que desenhou e passa para o próximo. Agora só faltam os pés ou calçados!
5. Quando o desenho estiver finalizado, o último que desenhou abre o papel e mostra qual foi o personagem divertido criado por todos os artistas!
Quanto mais criativo cada um for e conseguir desenhar algo diferente, mais divertido na hora de ver o resultado. Por exemplo: pode-se inventar três cabeças que se fundem em um só pescoço, ou mãos que seguram panelas, raquetes ou outros utensílios, ou sapos grudados no casaco do cidadão, enfim... as crianças inventam coisas incríveis nesta hora!
1. Cada um tem uma folha de papel e desenha uma cabeça na parte superior da folha.
2. A seguir dobra-se o papel de maneira que a cabeça fique escondida para trás (deixando-a para baixo, de forma que o próximo que vai receber o seu papel não veja a cabeça). Sinaliza-se onde começa o pescoço e passa a folha para a outra criança.
3. O próximo desenha do pescoço até a cintura. Dobra novamente o papel, esconde a cabeça e tórax
para trás e para baixo e indica na parte branca do papel onde é a cintura e passa para outra criança.
4. Este desenha da cintura até o tornozelo e novamente dobra o papel, escondendo o que desenhou e passa para o próximo. Agora só faltam os pés ou calçados!
5. Quando o desenho estiver finalizado, o último que desenhou abre o papel e mostra qual foi o personagem divertido criado por todos os artistas!
Quanto mais criativo cada um for e conseguir desenhar algo diferente, mais divertido na hora de ver o resultado. Por exemplo: pode-se inventar três cabeças que se fundem em um só pescoço, ou mãos que seguram panelas, raquetes ou outros utensílios, ou sapos grudados no casaco do cidadão, enfim... as crianças inventam coisas incríveis nesta hora!
Pulseirinhas da Amizade
Aqui vai a dica de uma diversão garantida que serve para meninos e meninas de diversas idades. São as pulseirinhas da amizade, que podem ser de três cores diferentes.
O livro “Pulseirinhas da Amizade” de Laura Torres, Catapulta Editores, traz dez modelos de pulseirinhas com nós mais complexos. Para uma criança de sete anos, por exemplo, conseguimos fazer a ‘corrente de nó duplo’, na qual se usa duas cores de fios e a criança vai fazendo dois nós com uma cor, dois nós com a outra cor, sucessivamente. Para a pulseira ficar mais visível, usa-se três fios de cada cor, ao invés de um só fio. Então são três fios de uma cor e três fios de outra cor e a criança usa os três fios juntos, como se fosse um só fio de cada cor.
O livro “Pulseirinhas da Amizade” de Laura Torres, Catapulta Editores, traz dez modelos de pulseirinhas com nós mais complexos. Para uma criança de sete anos, por exemplo, conseguimos fazer a ‘corrente de nó duplo’, na qual se usa duas cores de fios e a criança vai fazendo dois nós com uma cor, dois nós com a outra cor, sucessivamente. Para a pulseira ficar mais visível, usa-se três fios de cada cor, ao invés de um só fio. Então são três fios de uma cor e três fios de outra cor e a criança usa os três fios juntos, como se fosse um só fio de cada cor.
Brincadeiras divertidas
Aqui vai uma sugestão de brincadeira que se pode fazer em qualquer tipo de traslado e toda a família pode participar!
Que tal cantarem juntos músicas? Pode ser, por exemplo, alguma música que todos conheçam. Se a família tem uma música que gosta e conhece bem, com melodia fácil, pode-se inventar textos novos para a melodia. O texto pode falar daquela viagem ou excursão, por exemplo. Na próxima viagem, pode-se relembrar a música criada na última viagem e criar novas estrofes. O que vale é a criatividade!
Que tal cantarem juntos músicas? Pode ser, por exemplo, alguma música que todos conheçam. Se a família tem uma música que gosta e conhece bem, com melodia fácil, pode-se inventar textos novos para a melodia. O texto pode falar daquela viagem ou excursão, por exemplo. Na próxima viagem, pode-se relembrar a música criada na última viagem e criar novas estrofes. O que vale é a criatividade!
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